quinta-feira, 8 de dezembro de 2016 | h

Funcionários da Tigre protestam contra fechamento da empresa em Camaçari

 
Anunciado no final de novembro, o fechamento da fábrica de tubos e conexões Tigre, unidade de Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador, pegou os funcionários de surpresa. Por conta do encerramento das atividades, agendado para fevereiro de 2017, os trabalhadores vêm promovendo manifestações contra a medida, que afetará 261 efetivos e 900 terceirizados. 
 
Na manhã desta quinta-feira (8), os funcionários voltaram a se reunir em frente à fábrica. Presente no ato, a deputada estadual Luiza Maia (PT) afirmou que levará a pauta para a Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA). "Os trabalhadores da Tigre pedem ajuda. Eles estão unidos, pedindo a permanência da fábrica. Os convidei para, na próxima semana, irem à Assembleia Legislativa, para que essa demanda tenha ainda mais visibilidade", disse a deputada.
 
De acordo com comunicado emitido pelo Grupo Tigre, a decisão foi tomada "após extensa análise de alternativas" e os clientes continuarão sendo atendidos por outras unidades. Ainda conforme o texto, o impacto das demissões será minimizado com a criação de um núcleo de apoio para que os funcionários retornem ao mercado de trabalho, assim como a prioridade de profissionais de Camaçari para preenchimento de vagas em outras unidades da empresa.

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