O site Los Angeles Times, dos Estados Unidos, definiu as capivaras como “criaturas estranhas, do tamanho de um porco”. Em outra matéria, publicada nesta semana, o veículo questionou, em tom de brincadeira, se elas seriam equivalentes no Brasil ao coelho da Páscoa. A reportagem descreve o animal como um “hamster gigante, amigável e incrivelmente sociável”, “um cruzamento entre esquilo e porco”.

Outro site estrangeiro, Mental Floss, define as capivaras como o mais recente problema da Olimpíada. “São roedores gigantescos, mas a casa é deles, dormem lá, tiram sonecas”, afirma o texto. O Global News, do Canadá, defende os animais: “São os jogadores que estão visitando as capivaras, não o contrário”.

Nas redes sociais, estrangeiros também reagiram com curiosidade à presença (ou melhor, à existência) da espécie. 

Ela conquistou alguns deles:

“Deem todas as medalhas às capivaras”, postou uma usuária do Twitter. 
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Outro gringo, mesmo à distância, manifestou carinho. “Eu iria às partidas de golfe olímpico só para ver as capivaras selvagens”.
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Houve também quem quisesse incluir as capivaras aos jogos. Um internauta deu a ideia de usar os animais como aqueles assistentes que carregam as bolsas e aconselham sobre como dar as melhores tacadas (“caddies”, em inglês).
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Um post de outro estrangeiro mostra que as capivaras não são unanimidade: “Não sei como esses caras podem jogar golfe cercados por capivaras. Eu já as vi pessoalmente e elas são aterrorizantes”, disse.
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E existe também aquele gringo que não sabe ao certo o que está acontecendo e pede ajuda aos amigos:
- Como meu “garoto do golfe”, o que são esses animais que eles ficam mostrando durante a Olimpíada?
- Acredito que sejam chamados de “capivaras”. 

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