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Lira volta atrás e processo de impeachment acaba em agosto




O presidente da comissão especial do impeachment, Raimundo Lira (PMDB-PB), reverteu a decisão de diminuir os prazos de trabalho do processo de impeachment nessa segunda-feira (6).
 
O peemedebista resolveu manter a data antes definida para que sejam apresentadas as alegações finais da acusação e da defesa da presidente afastada Dilma Rousseff. Por conta disso, a votação final do impeachment deve acontecer apenas em agosto.
 
Antes, Lira tinha recebido e aceitado um pedido da senadora Simone Tebet (PMDB-MS) que diminuía o prazo de quinze para cinco dias para cada uma das partes. A decisão gerou confusão entre a oposição e os aliados governo afastado.
 
A desistência do novo prazo veio após o ex-ministro da Justiça e ex-advogado-geral da União José Eduardo Cardozo, responsável pela defesa de Dilma, recorrer ao presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Ricardo Lewandowski. 
 
A preferência de Lewandowski seria a de manter o prazo de quinze dias, o que fez o presidente da comissão do impeachment rever sua posição.

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