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Professores de Itabuna fazem novas deliberações


   

Professores, em assembleia, fazem novas deliberações que podem refletir no retorno às aulasAs aulas da rede municipal de ensino estão previstas para começar no dia 16 de maio, entretanto, o seu retorno pode ser frustrado devido aos atrasos de pagamentos do terço de férias e do reajuste salarial dos professores de nível I, como também a falta de proposta de recomposição salarial aos professores de níveis II e III. A categoria se reuniu na tarde de ontem, terça-feira (03), justamente para deliberar acerca destes atuais impasses. De acordo com o Sindicato do Magistério – SIMPI, desde o mês de janeiro que o MEC determinou o reajuste de 11,36% aos professores de nível médio, entretanto até o momento este percentual não foi pago pelo município de Itabuna. Além disso, o município está em débito com as férias dos professores, que entraram no período de gozo no final de março, mas até o momento não foram pagas. “Já pedimos auxílio do Ministério Público do Trabalho e do Estadual (MPT e MPE), na solução destas questões, mas estamos também nos mobilizando enquanto categoria”, afirma a Presidente do SIMPI, Profa. Carminha Oliveira. Além das verbas devidas, outro ponto em discussão é a falta de proposta do governo para recomposição salarial dos professores de níveis II e III, que são os profissionais graduados e pós-graduados. De acordo com a decisão da assembleia, a classe irá requerer as perdas inflacionárias de 10,67%, ainda que seu pagamento se dê de forma parcelada. “Estamos flexibilizando de todas as formas possíveis, e na próxima audiência levaremos duas propostas de recomposição salarial para o Prefeito, já que o mesmo não nos apresentou nenhuma, até o momento”, complementa Carminha. Desta forma, a próxima audiência entre sindicato e governo deverá ocorrer no dia 16 de maio, quando o SIMPI apresentará as propostas retiradas da assembleia, enquanto a categoria deverá estar em ato de mobilização na porta da prefeitura como forma de sensibilizar o governo às exigências e necessidades da classe. (FSindical)

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