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Cantora gospel critica C&A por propaganda com casais com roupas trocadas

Ana Paula Valadão criticou propaganda da C&A (Foto: Reprodução/Instagram)

A cantora gospel Ana Paula Valadão usou as redes sociais para criticar uma campanha da C&A para o dia dos namorados. Ela se incomodou com a propaganda da marca, que mostra casais de namorados vestidos com a roupa do par – ou seja, homens com as roupas das namoradas e vice-versa.

Segundo a C&A, a proposta da campanha, chamada “Dia dos Misturados, é promover a “mistura de atitudes, cores e estampas como forma de expressão”. Ana Paula, no entanto, afirma que as imagens das roupas trocadas são uma “imposição da ideologia de gênero”. Veja o vídeo aqui.

Após os comentários de Ana Paula, a C&A divulgou nota afirmando que respeita a “diversidade”, inclusive de opiniões”. “A nova campanha da C&A ‘Dia dos Misturados’ tem como tema principal a celebração do amor e dá continuidade à nova visão da C&A sobre a Moda, lançada em março com a campanha ‘Misture, ouse e divirta-se’. Livre de todo e qualquer tipo de preconceito e estereótipo, o novo filme, que celebra o Dia dos Namorados, faz um novo convite à mistura de atitudes, cores e estampas como forma de expressão. A C&A reforça que o respeito à diversidade, inclusive de opiniões, sempre foi um dos princípios da marca.”

A marca esclareceu ainda que a troca de roupas entre homens e mulheres é apenas na campanha, e que não possui nenhuma coleção com peças unissex.
Em propaganda da C&A, casais ficam com as roupas trocadas (Foto: Divulgação)
No Facebook e no Instagram, Ana Paula recebeu diversas críticas entre os comentários do post, ilustrado com uma foto da cantora. “Cada um faz da vida o que quer!!! Tuas palavras são puro preconceito. eh isso que jesus ensinou?”, escreveu uma usuária do Facebook. “Querida, que atitude mais infeliz a sua. Utilizar dos ensinamentos da sua religião para incitar o ódio e o retrocesso. O mundo evolui a passos lentos, mas felizmente cada vez mais pessoas, sociedades e organizações percebem que certos ‘moldes’ são ultrapassados e que cada um é livre para expressar sua identidade”, disse outro.

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