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Aldenes Meira apoia novas políticas para a cacauicultura



Parceiro na defesa do desenvolvimento contínuo da cacauicultura do Sul da Bahia, o vereador e presidente da Câmara Municipal, Aldenes Meira (PCdoB), mais uma vez se uniu em prol de novas políticas públicas para o beneficiamento do cacau e do chocolate da região. Na manhã desta segunda-feira, 31, o parlamentar participou da Audiência Pública, realizada na Câmara de Vereadores de Itabuna, com o tema: “Política de importação e exportação de cacau e seus derivados”.
Durante a Audiência, o parlamentar discutiu, junto à Frente Parlamentar Mista em Defesa da Lavoura Cacaueira, da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac) e do Cacau Cabruca, a atuação do Governo para a ampliação do controle sobre o cacau importado. O objetivo das discussões é fomentar, na Região Sul, mais oportunidades de desenvolvimento ao produtor nacional e regional, além de apresentar alternativas para incrementar a produção nacional do chocolate.
Em seu pronunciamento, Aldenes ressaltou a qualidade do cacau da região e destacou que uma das formas de ampliar a valorização do fruto está relacionada às barreiras fitossanitárias, já que consistem em normas e medidas que protegem a cadeia produtiva. Para isso, o parlamentar defende o fortalecimento da Ceplac e a realização do concurso público, já que a instituição é imprescindível nesse processo. “É importante também que a gente valorize a questão do mercado local e a produção da agricultura familiar. Além disso, é fundamental a criação de centros vocacionais de tecnologia para ensinar a juventude dos assentamentos e da agricultura familiar a produzir também chocolate”, acrescentou o parlamentar. 

A Audiência foi uma iniciativa do deputado federal Davidson Magalhães e também contou com a participação da senadora Lídice da Mata, do 
superintendente da Ceplac na Bahia, Juvenal Maynart, do deputado estadual Eduardo Salles, do representante do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), Afonso Celso de Sá, além de outras autoridades políticas, cacauicultores e de representantes de sindicatos e associações.

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