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Ricardo Teixeira teria recebido mais de R$ 100 milhões em propina por voto no Qatar

Os escândalos envolvendo os dirigentes do alto escalão do futebol mundial e a Fifa parecem não ter fim. Nesta segunda-feira (15), surgiu a informação de que o ex-presidente da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) Ricardo Teixeira teria recebido cerca de 30 milhões de euros (R$ 104,8 milhões) para votar no Qatar como sede da Copa do Mundo de 2022.
A revelação é tema da matéria principal da última edição da revista norte-americana World Soccer. Segundo a reportagem, o pagamento teria sido feito por meio de empreiteiras e depositado em contas que o cartola tem em Mônaco.
A descoberta da falcatrua seria fruto da investigação da polícia Suíça, que também desconfia de que parte do dinheiro foi 'lavada' nos trâmites envolvendo o amistoso entre Brasil e Argentina, disputado em 2010.
Apesar das suspeitas, Ricardo Teixeira já se manifestou e negou qualquer envolvimento com o pagamento de propinas por seu voto no Qatar.
O cartola teria confirmado sua escolha para sediar a Copa de 2022, mas garantiu "não ter recebido um centavo por isso".

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