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Acordos e investigações esvaziam CPI do HSBC

A CPI do HSBC foi abalroada por uma série de fatos, em menos de um mês, que a ameaçam de esvaziamento, segundo informa o colunista do Diário do Poder, Cláudio Humberto.
Entre os fatores estão o acordo entre o banco e a Suíça para encerrar pendengas jurídicas envolvendo o Swissleaks, a cooperação entre governos suíço e brasileiro para obtenção de dados bancários, o início das investigações pela Receita com dados oficiais e, por fim, o anúncio da venda das atividades da instituição no país.
O triunvirato da CPI é bem distinto: o autor, Randolfe Rodrigues (Psol-AP), quer quebrar o sigilo de todos os brasileiros na lista do HSBC. O relator da CPI, Ricardo Ferraço (PMDB-ES) quer apurar a fundo sem ferir direitos e trabalha por marco legal para dificultar crimes financeiros.
O presidente da CPI do HSBC, Paulo Rocha (PT-PA), que exerce um papel moderador, parece, segundo apontou o colunista “doido para mudar de assunto”.

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